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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

COMO EXPANDIR SUA COMPETÊNCIA NA LÍNGUA INGLESA

COMO EXPANDIR SUA COMPETÊNCIA NA LÍNGUA INGLESA
Um dia um aluno meu me perguntou o significa de SUMMON e eu não soube responder. Tive que recorrer ao dicionário. Ele me questionou se eu sabia ou não inglês. Eu, imediatamente, perguntei a ele o significado de ACHACAR. Ele não soube me responder. E eu, claro, questionei-o se ele sabia ou não português. Somos limitados até em nossa língua nativa. Fique sabendo disso!
As pessoas conscientes de seus limites tem a capacidade de superá-los. Saber do que é capaz e do que não é faz toda a diferença na hora de falar uma língua estrangeira. Uma coisa é eu não saber e achar que sei; outra coisa é saber realmente que não sei. Uma pergunta que você deve fazer para si é: Quais são os meus limites na língua inglesa? Outra pergunta igualmente importante é: Como superar os meus limites? Vamos tentar ajudá-lo respondendo estas duas perguntas.
Você precisa aprender a se olhar de forma crítica. Ao fazer isso tente trilhar por essas diretrizes:
a)   Não dá para ser uma pessoa culturalmente medíocre em português e querer ser boa em inglês.
b)   É impossível conhecer bem a organização falante da língua inglesa (estrutura do inglês), se você não domina a variedade padrão do português; sua língua nativa.
c)   Se você conhece mais ou menos a variedade padrão do português, assim será em inglês; mas se conhecer profundamente a norma culta do português, isso te habilitará a dominar a estrutura do inglês (inglês padrão).
Fique sabendo uma coisa valiosa: você não entenderá assuntos que não está familiarizado na sua língua nativa. Isso acontece mesmo quando se tem fluência em inglês. Por exemplo, você ficará boiando quando participar de um assunto voltado a matemática, caso você seja um zero à esquerda em matemática. E assim sucessivamente em medicina, física, direito, etc. Caso você queira expandir um assunto desconhecido, irá começar do zero. Isso significa que você a todo momento vai dizer WHAT IS THIS? WHAT DO YOU MEAN? EXPLAIN IN OTHER WORD, PLEASE. Além de usar dicionário especializado, você terá que se reinventar, dominar a estrutura pensante do inglês para enriquecer culturalmente nesse idioma. Claro, ninguém sabe de tudo, mas podemos aprender o tempo todo. Tenha consciência disso.
O melhor professor não consegue ajudar ninguém; a menos que esse alguém queira aprender, sacrifica-se para aprender, tenha persistência para aprender e trabalhe para aprender. Responda essas perguntas para você mesmo:
Ø Você quer realmente aprender inglês ou é apenas uma onda?
Ø Está dedicando tempo diário para aprender o inglês? Quanto tempo? Mudou seus hábitos?
Ø Já está pensando em desistir? Não tem nem 6 meses e quer parar?
Ø O que você está fazendo de concreto para aprender inglês?
Ø Você tem consciência de tudo isso?

Ter consciência é o primeiro passo para o sucesso na aprendizagem de uma língua estrangeira. Não desista! Você pode aprender o inglês em 30 dias; ou menos. Eu proponho no meu livro (Alfabetização de Inglês para Brasileiros) que você aprenda um aspecto do inglês – a fonética e a fonologia – em apenas 7 dias. Aprender inglês em 7 dias? Sim! Memorizar estrutura do inglês, dominar vocabulário do inglês, ampliar repertórios na língua inglesa, expressar-se com facilidade todo seu pensamento em inglês... isso leva um tempo. Para alguns isso levam 1 ano, 2 anos, 3 anos, 10 anos ou mais; tudo vai depender de sua motivação, consciência e dedicação à língua inglesa. Arrume tempo para aprender ou ampliar o seu inglês. DON’T GIVE UP, PLEASE!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

3 DICAS PARA FALAR INGLÊS COM FACILIDADE

O QUE É REALIDADE NA LÍNGUA INGLESA QUE É FÁCIL FALAR?

A língua inglesa é uma língua fácil, embora venha de um outro tronco linguístico. Dizem que o inglês é fácil porque o vemos o tempo todo. Na verdade, eu penso que, o inglês é fácil porque é uma língua sintética. A sua estrutura é fácil entender, memorizar e utilizar. Além do mais, há uma série de questões que é realidade do inglês que se torna mais fácil para nós, falantes de português. Há três situações que nos possibilitam eleger ou elencar para usar o inglês com facilidade e eficiência.
Para isso você precisa traçar um caminho seguro. Escolher aquilo que te favorecerá o ajudará muito. E no início da caminhada da aprendizagem do inglês, adotar a trilha mais fácil é importante tanto para a motivação quanto para o desenvolvimento.

VARIEDADE DE SOTAQUES
O inglês é falado por mais de 1 bilhão de pessoas, quando consideramos os falantes nativos e não-nativos do idioma. Isso significa que há algumas centenas de sotaques dessa língua. Mas sotaque faz parte do dia a dia de qualquer língua. Basta olhar para a nossa língua portuguesa. Como usar isso a meu favor na hora de falar inglês? Simples! Escolha aquele sotaque que você consegue reproduzir com mais facilidade. Há, a grosso modo falando, quatro grandes sotaques.
ü Europeu
ü Americano
ü Africano
ü Asiático
Claro que dentro da Europa há dezenas de sub-sotaques. Especialistas já catalogaram mais de 15 grandes sotaques nos Estados Unidos da América. Lá na Inglaterra, há outras dezenas. Na África, idem. Na Ásia, ibdem. O que fazer com esses tantos de sotaques? Escolha aquele que você se identifica mais. Não seja preconceituoso com os sotaques dos negros, dos africanos, dos indianos, dos que não foram educados nas escolas. A linguística aceita todos. As pessoas se comunicam em todos tranquilamente. Escolha um e comece a falar. Consuma material em áudio e vídeo da região que você escolheu para falar. Isso é muito efetivo!
Os americanos, britânicos, australianos e africanos falariam de forma, melodia, nuances, ‘gingado’, musicalidade e outros; diferentemente essa frase:

The better way to get out of here is padding
(no meu livro eu exponho questões como essa com detalhes sonoro)

CONTRAÇÃO
Não estou falando de mulher com dores de parto! Estou falando mesmo de língua. O inglês tem muito disso. E você pode experimentar o que será melhor; falar com as contrações ou com a forma normal. Para ouvir, você é obrigado entender o contraído e o normal; mas para falar você escolhe. Por que existem contrações no inglês? Porque a lei do menor esforço faz com que as pessoas contraiam por economia ou praticidade. Veja alguns exemplos desse fenômeno:

I’d like to go to Japan. (I would like to go to Japan)
She doesn’t sleep well. (She does not sleep well)
Rock’n’roll = Rock and roll

SINONÍMIAS
Esse recurso vocabular é riquíssimo. Quando conhecemos um objeto por mais de um nome temos recurso vocabular. A dica é: encontre um dicionário chamado Thesaurus e enriqueça seu vocabulário. A internet está cheio desses dicionários. Só que eles estão em inglês (de inglês para inglês). É o mesmo tal do dicionário com ideias afins que temos por aqui. Use e abuse desse recurso. Não somos obrigados saber tudo. Ninguém sabe tudo nem na sua própria língua nativa, quanto mais em uma língua estrangeira.
Bom estudo, caro estudante!


domingo, 1 de outubro de 2017

AAVE, EBONICS, GAE: AS VARIAÇÕES DO INGLÊS AMERICANO

AAVE, EBONICS, GAE: AS VARIAÇÕES DO INGLÊS AMERICANO

Há pessoas que pensam que o AAVE e o EBONICS constituem outras línguas. Mas há pessoas também que confundem sotaque, dialeto e língua. E o que dizer dos traços segmentais e suprassegmentais que fazem toda diferença entre as produções orais dos falantes? O inglês americano é uma língua cheia de variações como qualquer outra. Vamos explorar um pouco o mundo do inglês dos negros da América, falado mais na região sul, nas concentrações da comunidade afro-descendentes.
Segundo os especialistas, o inglês da América apresenta 15 variações. Não vamos aqui explorar todas elas. O que nos interessa é o AAVE ou EBONICS. A sigla AAVE significa African American Vernacular English (inglês vernacular afro-americano). É também chamado de EBONICS porque foi feito a relação com a madeira nobre da África chamada ébano. Uma madeira que no seu interior é de cor preta. Daí, EBONY + PHONICS surgiu a palavra EBONICS.
Quando os escravos chegaram na América nos séculos que seguiram o XVI, eles não tinham condições de seguir a língua padrão. Então criaram um jeito peculiar de se usar o inglês. Hoje as pessoas pensam que o AAVE é um língua a parte. Para ficar melhor trabalharmos a AAVE, é bom definir sotaque, dialeto e língua. Sotaque é o jeito que cada um ou uma região pronuncia as palavras e as frases. Dialeto é um conjunto de marcas linguísticas que foge ao padrão estabelecido; atingindo assim a semântica, o léxico, a morfologia, a sintaxe e a fonética. E língua é um conjunto de sistemas formados por regras e valores dos falantes. Já falamos aqui que os sotaques nos revelam e expõem nossa origem, classe social, nosso pertencimento dentro de uma sociedade, dentro do mundo como todo.
O AAVE é uma variação do inglês que é estigmatizado na América. Os desencontros entre o AAVE e GAE (General American English – inglês americano geral) não chega a constituir uma língua a parte. Podemos ver situações que até os brancos adotaram na fala do cotidiano. As diferenças se dão na gramática, na fonética e no vocabulário de forma leve e, em certos casos, de forma profunda.
Gramaticalmente falando o AAVE elimina o verbo “TO HAVE” (has e have) de construções frasais como em:
SHE BEEN RUNNING (ela esteve correndo) [SHE HAS BEEN RUNNING]
É um aspecto verbal chamado de habitual recente.
Acontece também com o verbo “TO BE”. Eles usam tanto a forma do infinitivo como a omissão do forma conjugada desse verbo:
HE BE WORKING (ele está trabalhando) [HE IS WORKING]
I BE MOM (eu sou mãe) [I AM MOM]
YOU CRAZY (você é louco) [YOU ARE CRAZY]
HE MY BROTHER (ele é meu irmão) [HE IS MY BROTHER]
A lei do menor esforço é outro ponto que até os brancos usam. É quando o verbo auxiliar faz todo o serviço temporal. Isso acontece no presente e no passado.
I DID BUY IT (eu comprei isso) [I BOUGHT IT]
E, podemos observar também que há uma preferência para a dupla negação. Esse fenômeno de se negar duas vezes é próprio das línguas latinas como português, francês... Já no AAVE há essa tendência. Nas músicas em inglês encontramos a dupla negação com facilidade.
I DID NOT GO NOWHERE. (eu não fui a lugar nenhum) [I DID NOT GO ANYWHERE]
NOWHERE é palavra negativa e ANYWHERE é positiva.
A pronúncia é um show à parte. Toda vez que escutar um negro falando você pode notar que a musicalidade da sua fala é diferente. Isso porque ele produz a fonética com outras nuances. Mesmo as palavras sendo escrita do mesmo jeito do GAE, no AAVE elas ganham outra sonoridade. Nada que possa comprometer a compreensão de quem escuta. As principais mudanças são:
a)   Emudecimento de letras como o /B/,  /D/,  /G/ nas palavras CUP, CUB, MORNING
b)   Redução de ditongos como no /Y/ nas palavras MY, BY
c)   Simplificação do /TH/ nas palavras como THIS, THIN, THAT
d)   Redução de consoantes nos finais de palavras como HAND, TEST

Existem muitos outros pontos divergentes entre o inglês AAVE e o inglês GAE. E, podemos acrescentar que o inglês padrão é também chamado de SE (Standard English). Agora você não será leigo no que se refere às variantes do inglês americano; apesar de aqui ter sido apresentado de forma resumida apenas uma variante.

domingo, 20 de agosto de 2017

MEU SOTAQUE, MINHA IDENTIDADE!!!

MEU SOTAQUE, MINHA IDENTIDADE!

Já dizia o ditado: “Diga-me com quem andas que te digo quem tu és”. A mesma lógica de pensamento vale para as línguas e sotaques: “Mostra-me seu sotaque que te digo de onde tu és”. A informação quanto a localização através dos sotaques é usada negativamente por aqueles que tem preconceito linguístico. O sotaque é tão revelador que pode-se identificar os espaços geográficos, sociais, psicológicos. Sotaques deveriam ser usados à favor da boa convivência e da riqueza cultural... mas não é bem assim.
Sotaques são formas diferentes de se falar o mesmo idioma. Eles nascem pelo viés peculiar de cada comunidade. O tempo, o espaço e os interesses são elementos diversificadores dos sotaques. Os movimentos dos povos enriquecem o fenômeno. Os idiomas diferentes quando se encontram proporcionam forte enriquecimento ou empobrecimento de alguns aspectos linguísticos da língua que chega e da língua que recebe.
Pelo sotaque sabemos se tal pessoa nativa do inglês, por exemplo, é da Ásia, África, Europa, Oceania ou América. E podemos saber mais detalhes como; se essa pessoa é do norte, sul, leste ou oeste. Pela forma da musicalidade ou entonação, pode-se saber também se pertence a alguma posição elevada da sociedade ou não.
O que compõe o sotaque de uma região, de uma comunidade? Observando os sotaques através das teorias saussuriano de língua e fala; podemos dizer que os traços segmentais estão relacionado ao coletivo e o suprassegmentais, ao individual. Os traços que dizem respeito a língua como os sons das vogais, os sons das consoantes e outros detalhes são próprios da língua em si. Os traços que dizem respeito a fala como entonação, tom, ritmo e coisas afins são próprios da pessoa que está inserida em determinada comunidade. O sotaque é algo particular e coletivo ao mesmo tempo por causa desses dois traços. E isso é o que amarra pessoas à determinada cultura.
Podemos dizer que o sotaque é manifestação de identificação linguística, regional, social e também ideológica. Olhando pelo ponto de vista filosófico, ninguém fala sem sotaque, assim como ninguém fala fora de uma gramática. Por outro lado, quem fala com sotaque é aquele que não segue os ditames linguística da sociedade ou comunidade dominante. Por exemplo; falar sem sotaque para os ingleses, é usar o sotaque das classes (alta) de Londres. Para os americanos é falar com o sotaque da classe (alta) de Nova Iorque.
Falar um inglês perfeito é muito relativo. Depende da definição de perfeição de que se observa. Usar perfeitamente a gramática prescritiva do inglês, mas usando vocabulários e musicalidade fonética da África, para muitos não será inglês perfeito. Isso revela um preconceito não só linguístico, mas, acima de tudo, social. Ninguém quer ser identificado como africano.

Como vivemos num mundo cheio de intolerância, corrupção, racismo e xenofobia; posso dizer sem medo de errar que, perfeição não existe nem em língua, nem em nenhum outro campo do saber. Por isso precisamos desenvolver nossa capacidade de entender o outro a partir do meu sotaque, da minha identidade sem querer que o outro seja igual a mim. Devemos urgentemente aprender a respeitar o outro do jeito que ele é; do jeito que ele se identifica. Se o mundo agisse assim, ou o Céu abaixaria a nós, ou a Terra elevaria ao Céu; pelo menos um pouco mais.

domingo, 19 de março de 2017

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS IMPORTANTES EM INGLÊS COM DINHEIRO

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS IMPORTANTES EM INGLÊS COM DINHEIRO
Vamos começar outra série muito importante! Estamos concluindo a série dos esportes anglo-americanos, está faltando alguns, mas já terminaremos. Outro assunto bom e importante é a expressão idiomática.
Na nossa língua nos acostumamos a usar certas expressões engraçadas que não nos atentamos para os detalhes engraçados. Quando estudamos uma língua estrangeira conseguimos notar ditos inusitados. Mas toda língua tem isso! Expressões como “Na mosca!”, “O dinheiro fala mais alto”, “Não ter estômago para...” são exemplos na língua portuguesa. Como falar a mesma coisa em inglês? Será que existe correspondente? Alguns tem outros, não. Ampliemos então o ‘times is money’.
Vamos iniciar falando de dinheiro. Há uma gama muito boa de expressões com dinheiro em inglês. Se você tem capacidade de memorizar; memorize-as. Se você não tem capacidade para isso; pelo menos conheça e de vez em quando revisite a lista, ou melhor, as listas que vamos deixar por aqui. São as expressões mais populares que envolve dinheiro.

TIME IS MONEY – tempo é dinheiro (seja produtivo)
LEND MONEY, LOOSE A FRIEND – empreste somente quando não quiser de volta
ON THE MONEY – perfeito, correto (=por. NA MOSCA!)
MONEY DOESN’T GROW ON TREE – dinheiro não é fácil conseguir; eu não sou rico (=por. DINHEIRO NÃO DÁ EM ÁRVORE)
MONEY TALK – o dinheiro convence as pessoas (=por. DINHEIRO FALA MAIS ALTO)
GET YOUR MONEY’S WORTH – conseguir um bom preço
POOR MONEY, DOWN THE DRAIN – desperdiçar dinheiro
POCKET MONEY – gastar dinheiro com coisas pequenas

BREAK THE BANK – usar todo o dinheiro

domingo, 12 de março de 2017

ESPORTE ANGLO-AMERICANO: BASQUETE. HISTÓRIA E VOCABULÁRIO EM INGLÊS.

ESPORTE ANGLO-AMERICANO: BASQUETE. HISTÓRIA E VOCABULÁRIO EM INGLÊS.

A palavra Basquetebol (BASKETBALL) significa bola ao cesto. Um canadense chamado James Naismith inventou esse esporte em 1891. Nós conhecemos muito bem o basquete porque ele é muito praticado no Brasil.
Duas equipes com cinco jogadores cada compõem os times. O objetivo é passar a bola dentro da cesta adversária. A maior pontuação é 3 pontos e acontece com arremesso fora da linha de entrada. Não precisamos detalhar esse esporte, mas vale dizer que a América é a maior potência no basquete. A NBA (NATIONAL BASKETBALL ASSOCIATION) é a mais rica e influente no mundo. Os jogadores da liga americana são os atletas mais bem pago do mundo. O basquete é um dos esportes mais popular da América.
Intencionamos te instrumentalizar com o vocabulário do basquete para o estudante conseguir assistir a um jogo de basquete narrado em inglês. Leia e releia o vocabulário para fixar bem as palavras...

VOCABULÁRIOS
COURT – quadra
SHOOT (to) – lançar
BALL – bola

FIELD GOAL - Ponto de campo
TRHREE-POINT LINE – linha de três
FREE THROWS – lances livres
BALL HANDLING – manejo de bola
SHOOTING – lançamento
PASSING – passe
DRIBBLING – driblar
REBOUNDING – rebote
FOULS – faltas
SCORING -  pontuação
TIMEKEEPING – tempo
SHOT CLOCK – disparo do tempo
TECHNICAL FOULS – falta técnica
QUALIFYING – eliminatória
QUATERFINALS – quartas-de-finais
SEMIFINAL – semifinal
TAUNTING – infração antidesportiva
BOUNCE (to) – quicar
BUCKET – cesta
NAIL (to) – acertar (o arremesso)

POSIÇÕES
CENTER (POWER FOWARD) – ala, pivot
SMALL FOWARD (SF) – ala
POINT GUARD (SHOOTING GUARD) (PG ou SG) – armador, ala
ZONE DEFENSE – zona de defesa
MAN-TO-MAN (ONE-ON-ONE) – mano a mano
LAY-UP – arremesso
OVERHEAD PASS – passe sobre a defesa adversária
OUTLET PASS – passe de contra ataque
SCREEN – bloqueio

JARGÕES E GÍRIAS DO BASQUETE
SLAM DUNK –entrar a bola  (enterrada)
AND ONE – lance livre
AWAY GAME – jogo fora de casa
UP-AND-UNDER – fintar para depois lançar a cesta
FULL COURT PRESS – marcar todo mundo pela quadra; pressionar com marcação
ALLEY OOP – ponte aérea; alguém lança a bola, outro completa a cesta
PICK AND ROLL – livrar-se da marcação para receber a bola
SOMEONE’S BEST SHOT – última tentativa que merece o maior esforço
BOXING OUT – pegar o rebote sem cometer falta num lance livre

BUZZER BEATER – última cesta, último ponto para a vitória

domingo, 5 de março de 2017

OS SEGREDOS PARA SE DOMINAR O INGLÊS

OS SEGREDOS PARA SE DOMINAR O INGLÊS

Dominar uma língua sem ter orientações corretas e especializadas leva tempo; e muito tempo. Se o estudante de uma língua; no caso aqui, o inglês, quiser aprender rápido, precisa de técnicas, dicas e exercícios apropriados para isso. Foi pensando nisso que nós elaboramos, organizamos as informações do livro “Do It Yourself! Alfabetização de Inglês para Brasileiros”. Baseado em princípios da formação das palavras, fonética e fonologia, método dedutivo; e apoiado nos estudos de Chomsky e Saussure, conseguimos deixar acessível a todos o universo sonoro da língua inglesa. Sem o domínio da sonoridade do inglês, dificilmente você vai ser 100% em inglês.
Os citados pesquisadores da linguagem têm muito a nos ensinar no que diz respeito ao aprendizado de língua estrangeira; o inglês. Os estudos de Chomsky nos ajudam dizendo que uma quantidade finita de letras (26 ao todo) produz uma infinidade de sons quando as combinamos. Os sons dessas letras são particularidades em cada idioma. Esse livro discute e exercita os sons dessas 26 letras de forma muito acessível a todos os níveis.
Já os estudos de Saussure nos asseguram que uma língua tem duas faces; uma chamada de significante e a outra de significado. Significante, em linhas gerais, podemos dizer que é a ‘palavra escrita’ e seu som. E o significado é o objeto e seu sentido. Veja isso na prática:

O que muda na Língua Inglesa é o significante; que é a palavra. Em inglês o significante para o significado (imagem do cavalo) é HORSE. O significante contém a palavra e o seu som. O significado tem a imagem. O objeto é a coisa em si. Para quem nunca ouviu e nem viu a palavra HORSE não terá condições de trazer à mente a imagem dessa palavra. Para a imagem vir corretamente à mente, deve-se sonorizar o significante corretamente: isso é pronúncia, fonética. Esse livro te ensinará o som das palavras em inglês na variedade americana.
O bom falante de inglês parte do significante ao significado sem escala na sua língua nativa; no nosso caso, o português.
Quando você estiver estudando e falando inglês, pense nisso! Para você adentrar no mundo dos falantes da Língua Inglesa, deve-se dominar a relação som e imagem; isto é, som e sentido. E tente se livrar das escalas, assim você passará a pensar em inglês também. Isso é o famoso “pensar em inglês”.
Colocamos toda nossa experiência acadêmica e prática para ajudar os estudantes de inglês na superação das suas limitações concernente à aprendizagem dessa importante língua nos quesitos pronúncia e formação de palavras. Este livro é para aqueles que estão aprendendo inglês e quer dominar o universo sonoro desse idioma. Ele é uma gramática prática do som e da pronúncia para estudante de todas as idades e de todos os níveis do inglês. É um manual de exploração do universo morfológico vocabular e sonoro. Língua é som! Antes da invenção da escrita os sons das línguas eram tudo. Ainda hoje o universo sonoro de cada língua domina as interações entre os homens. Você precisa internalizar esse universo sonoro do inglês (a chave está neste livro!).
Aqui, nós exploramos ao máximo os detalhes dos sons, pronúncias e morfologia da Língua Inglesa usando uma linguagem simples e acessível a todos os estudantes. Quer aprender a ‘pensar em inglês’? Quer entender todos os sotaques? Quer pronunciar ou entender bem o inglês? Dominar o sotaque americano e conhecer os demais? Se tiver guts, você pode aprender tudo isso em 1 semana! Este livro/curso é para você!
(Trechos do livro: Do It Yourself! Alfabetização de Inglês para Brasileiros.) [Compre aqui mesmo; mande um e-mail solicitando para PROFESSORREIS2011@HOTMAIL.COM; ou pelo WHATSAPP (62) 9 91968568]