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terça-feira, 1 de maio de 2018

VERBO TO BE | Aprenda Tudo Sobre Ele


VERBO TO BE | Aprenda tudo sobre ele

O verbo TO BE  é também muito usado pelos seus falantes por razões óbvias e necessárias. Para perguntar, negar; os falantes do inglês usam o \BE\ de forma diferente dos demais verbos. A função e as formas do verbo BE são peculiares. Vamos lá!
Só o inglês dos negros usam a forma BE no presente. Não vamos falar sobre isso agora. Vamos tratar das formas e funções que cada tempo tem. As formas do verbo BE são:
BE – BEING – BEEN – IS –AM –ARE – WAS – WERE
ISN’T – AIN’T – AREN’T – WASN’T – WEREN’T
Uma vez que:
ISN’T = IS+NOT
AIN’T = AM+NOT, ARE+NOT
WASN’T = WAS+NOT
WEREN’T = WERE+NOT
O verbo BE será usado nessa forma (BE) quando estiver falando do futuro e de alguns passados. O presente e o passado simples são IS – AM – ARE – WAS – WERE. Como nos demais casos; ao se fazer perguntas, deve-se mudar as posições entre o verbo BE e o sujeito:
I AM A TEACHER. (eu sou professor.)
AM I A TEACHER? (sou eu professor)
Para se encerrar as questões das formas, vamos traduzir cada uma delas:
BE – ser, estar
BEING – sendo, estando
BEEN – sido, estado
IS – é, está
AM – sou, estou
ARE – somos, estamos, são, estão, é, está, sois, estais
WAS – era, estava
WERE – éramos, estávamos, eram, estavam, era, estava
As conjugações ficam assim:
I AM – HE IS – SHE IS – IT IS – WE ARE – YOU ARE – THEY ARE
Que podem ficar na forma contraída; muito popular entre os falantes:
I’M – HE’S – SHE’S – IT’S – WE’RE – YOU’RE – THEY’RE
Você pode encontrar também contração entre pronome e verbo, e entre verbo e advérbio como mostrados acima. Veja a sonorização em vídeo aula (CLICK AQUI).
Falando das funções agora, podemos fazer uma viagem louca. Coisa que as línguas nos oferecem por serem vivas. Por ser o verbo mais usado, encontramos diversos usos e funções. Ao se utilizar a lei do menor esforço, o falante faz muito malabarismos. E entender esses malabarismos deve ser uma busca constante da parte do estudante do inglês. Enumeremos alguns; os mais importantes:

1.    TEMPOS CONTÍNUOS
Todos os tempos contínuos precisam do verbo BE. Seja o passado, presente ou futuro, todos vão precisar do auxílio do BE. É fácil essa questão. Vamos aos exemplos de cada tempo:
I AM TEACHING ENGLISH. (eu estou ensinando inglês)
I WAS TEACHING ENGLISH. (eu estava ensinando inglês)
I WILL BE TEACHING ENGLISH. (eu ensinarei inglês)

2.    VOZ PASSIVA
A voz passiva é outra situação e função que lança mão do verbo BE. Em alguns casos, o verbo GET pode substituir o BE. O certo é que o BE é imbatível quanto ao uso e função na língua inglesa. E é por isso que se estuda tanto ele. Qualquer que for o tempo da voz passiva, o verbo BE será solicitado. Veja alguns exemplos:
THE HOUSE WILL BE PAINTED. (a casa será pintada)
THE HOUSE WAS PAINTED. (a casa foi pintada)
THE HOUSE IS PAINTED. (a casa é pintada)

3.    VERBO PRINCIPAL
Assim como o DO, o BE pode ajudar outros verbos e ser principal também. Na verdade, a peculiaridade que encontramos com este verbo é que ele é independente. Ou seja, quando se fizer negações e interrogações não vai precisar de ajuda de outro verbo. O BE é o único verbo em inglês que tem independência de ação no tempo presente e no tempo passado simples. Isso confunde muito os iniciantes. Para sanar a confusão, basta apenas lembrar-se disso: SOMENTE AS FORMAS (IS – ARE – AM – WAS – WERE) não vão precisar de verbo auxiliar para negar ou perguntar. Vamos lá a alguns exemplos:
YOU ARE A GOOD PERSON. (você é uma boa pessoa)
YOU ARE NOT A GOOD PERSON. (você não é uma boa pessoa)
ARE YOU A GOOD PERSON? (você é uma boa pessoa?)

4.    EXPRESSÕES
Em todas as línguas, expressões idiomáticas são frequentes, daí, não seria diferente na língua inglesa. Há uma infinidade de expressões idiomáticas em inglês. Vamos fazer um esforço de apresentar as mais comuns:
BE ABLE TO = ser capaz de
I AM ABLE TO DO MY HOMEWORK.
(Eu sou capaz de fazer meu dever de casa)

IT IS SAID THAT = disseram que
IT IS SAID THAT THE DOG RUNS A LOT.
(disseram que o cachorro corre muito)

HE IS SAID TO = ele disse que
HE IS SAID TO BE 108 YEARS OLD
(ele disse estar com 108 anos de idade)

HE IS SUPPOSED TO = ele supõe que
HE IS SUPPOSED TO BE FRIEND OF A LOT OF PEOPLE.
(ele supõe que seja [ele supõe ser] amigo de muita gente)

I’M USED TO = estou acostumado a
I’M USED TO LIVING ALONE.
(eu estou acostumado a viver sozinho)

THERE IS = há
THERE IS A DOG HERE.
(há um cachorro aqui)

THERE ARE = há
THERE ARE TWO APPLES THERE.
(há duas maçãs alí)

THERE WAS = havia
THERE WAS A MOUSE HERE.
(havia um rato aqui)

THERE WERE = haviam
THERE WERE FOUR CATS THERE.
(haviam quatro gatos alí)

IS, AM, ARE = MUST (função de ordem e instrução)
NO ONE IS TO LEAVE THIS PLACE = NO ONE MUST LEAVE THIS PLACE
(ninguém deve deixar este lugar)




segunda-feira, 30 de abril de 2018

VERBO TO DO | APRENDA TUDO SOBRE O VERBO TO DO


VERBO TO DO | Aprenda tudo sobre ele

A língua inglesa faz parte, nas classificações, das línguas chamadas sintéticas que se opõe as línguas chamadas analíticas. O português é analítico. Língua analítica tem muitas terminações nos seus vocábulos. E, em linhas gerais, a língua sintética não apresenta muitas variações em seus vocábulos. E é isso que faz a língua inglesa ser fácil e palatável.
O verbo TO DO é muito usado pelos seus falantes por razões óbvias e necessárias. Para perguntar, negar e até mesmo afirmar; os falantes do inglês usam o \DO\.  Não se esqueça de um detalhe importante da língua inglesa – a posição das palavras na frase é diferente da posição das palavras em português. Depende das formas e funções de cada uma delas.
Vamos memorizar as formas do verbo TO DO:
DO – DOES – DON’T – DOESN’T – DOING – DID – DIDN’T – DONE
DO = fazer
DID = fez
DONE = feito
DOING = fazendo

Essas são as formas; todas elas. Não existe outra. Memorize a forma e som; pronúncia. Só lembrando que DON’T é DO+NOT, DOESN’T é DOES+NOT e DIDN’T é DID+NOT. Se você quiser ouvir a sonorização dessas palavras, vá lá no meu canal do YOUTUBE Reisdas Línguas!
Já as funções são diversas. Vale apenas sabê-las para usá-las nos momentos certos. Podemos destacar as funções mais usadas e que, se não houver consciência e domínio, o falante pode se dar mal em muitas situações.
1.    FUNÇÃO DE VERBO AUXILIAR
Quando a palavra DO estiver na função de auxílio a outra; não traduzimos. Ela fica sem tradução! Acontece em dois momentos: quando usamos os verbos no presente e no passado. Como assim? Nas três formas (afirmação, interrogação e negação) e nos dois tempos (presente e passado); todos os verbos [COM EXCESSÃO DO BE] precisam de ajuda do DO. O mais complicado é o passado porque o verbo principal que está no passado tem que ficar no presente e o DO é que deve ir para o passado. Isso confunde a cabeça do iniciante. Deve-se praticar muito para se memorizar isso. Veja
PRESENTE
You love Mary. (você ama Maria) (afirmação)
You don’t love Mary. (você não ama Maria) (negação)
Do you love Mary? (você ama Maria) (interrogação)
PASSADO
You loved Mary. (você amou Maria) (afirmação)
You didn’t love Mary. (você não amou Maria) (negação)
Did you love Mary? (você amou Maria) (interrogação)
Qualquer mudança de tempo ou de forma deve acontece no auxiliar e não no verbo principal. Observe as palavras destacadas. Isso acontece com a terceira pessoa do tempo presente. Veja:
HE LOVES MARY. (afirmação)
HE DOESN’T LOVE MARY. (negação)
DOES HE LOVE MARY?. (interrogação)
A palavra ou a ideia, função de HE, SHE e IT obedece essa lógica do auxiliar DO nas perguntas e negações.
Há um fato curioso no inglês coloquial de se usar o auxiliar DO nas afirmações tanto no presente quanto no passado. Isso seria para a tal lei do menor esforço. Então podemos formar, aliás, os nativos do inglês formam o presente de duas formas. Veja:
HE LOVES MARY. (ele ama Maria) (afirmação)
HE DOES LOVE MARY. (ele ama Maria) (afirmação)
YOU LOVED MARY. (você amou Maria) (afirmação)
YOU DID LOVE MARY. (você amou Maria) (afirmação)
Quando forem frases afirmativas, as mudanças formais acontecem ou no verbo principal ou no auxiliar. Memorize e pratique isso
2.    FUNÇÃO DE VERBO PRINCIPAL
A função de verbo principal é um pouco confuso só para o iniciante. Neste momento o DO tem tradução e significa fazer. Muito simples.
PRESENTE
I DO – eu faço
YOU DO – você faz, vocês fazem
HE DOES – ele faz
SHE DOES – ela faz
IT DOES – ele ou ela ou isso faz
WE DO – nós fazemos
THEY DO – eles ou elas fazem
PASSADO
I DID – eu fiz
YOU DID – você fez, vocês fazeram
HE DID – ele fez
SHE DID – ela fez
IT DID – ele ou ela ou isso fez
WE DID – nós fizemos
THEY DID – eles ou elas fizeram
Como todos os verbos, o TO DO, como principal, precisa de ajuda para fazer perguntas e negações. Veja:
DO YOU DO THAT? (Você faz isso?)
YOU DON’T DO THAT. (Você não faz isso.)
YOU DO THAT. (Você faz isso.)
YOU DID THAT. (Você fez isso.)
YOU DIDN’T DO THAT. (Você não fez isso.)
DID YOU DO THAT? (Você fez isso?)
3.    FUNÇÃO DE PALAVRA SUBSTITUTA
A terceira função é simples! Para evitar repetir uma palavra ou um grupo de palavras, o auxiliar DO vai representar a palavra ou as palavras que foram mencionadas antes. Isso acontece muito no Question Tag, frases interrogativas e construções de tendências repetitivas. Veja:
MY FATHER WANTS TO LIVE IN THE COUNTRY, BUT I DON’T. (Meu pai quer morar no país, mas eu não.) [don’t = not to want to live in the country]
DO YOU DRINK WATER? YES, I DO. (Você bebe água? Sim!) [DO = drink water]
Está aí! Boa memorização para se tornar um falante útil do inglês. Não basta falar, tem que ser útil ao se falar! Até a próxima.



domingo, 29 de abril de 2018

FALAR INGLÊS IGUAL NATIVOS!


FALAR INGLÊS IGUAL NATIVOS | POR QUE COMEÇAR PELA GRAMÁTICA?

O que é língua? É um código lógico em que todos podem dominar. E esse código pode se apresentar de forma diferente no intuito de ampliar a comunicação entre os homens. Outra definição é que língua é um instrumento de comunicação, instrumento este lógico e cheio de regras para possibilitar o ir e vir de mensagens entre pessoas. É um conjunto organizado de elementos sonoros, visuais e táteis a fim de viabilizar a comunicação entre os pares. O inglês, o português, o grego, o árabe, o japonês, o chinês e etc são códigos lógicos em que suas comunidades se comunicam com suas particulares. E cada língua tem suas peculiaridades de pensar e expressar o pensamento; e por isso que ao se falar uma língua não basta apenas decodificar símbolos, deve-se adentrar no mundo das ideias e cultura dos seus nativos. O inglês é uma floresta de culturas distintas, mas dominável facilmente.
Se você bem notou, já temos aqui a razão do porquê começar estudar inglês pela gramática que ela apresenta. Quando eu falo gramática, deve-se fazer uma distinção – há duas gramáticas em toda língua; com exceção das línguas ágrafas. O povo tem uma gramática e os especialistas das línguas tem outra gramática. A gramática descritiva é criada e mantida pela sociedade, pelas pessoas. Suas regras são naturais. Já a gramática prescritiva é criada e mantida pelos especialistas da língua. Suas regras são naturalizadas e fixadas como padrão a ser seguido por todos. A sociedade vive o dilema entre as duas. Uma, muitas vezes, condena a outra. O certo é que deveríamos dominar ambas para podermos nos mover em todos os ambientes. Em inglês temos um exemplo disso.
HAVE YOU FINISHED? (você terminou?) [GRAMÁTICA DOS ESPECIALISTAS
ARE YOU  FINISHED? (você terminou?) [GRAMÁTICA DO POVO]
As crianças e o povão conjugam assim: YOU IS, ao invés de YOU ARE. E assim a vida vai seguindo nos países de língua inglesa.
A questão do sotaque é interessante. Sotaque não é gramática. Há dezenas de dezenas de sotaques de nativos da língua inglesa pelo mundo. Há mais de dez países que tem o inglês como língua oficial e seus falantes são nativos, mas todos estudam, praticam, erram e acertam a mesma gramática. Daí ser interessante dominar a gramática. É ela que te dará recurso de articular pensamento e entender mensagem. Ninguém fala fora da gramática. Ou se fala pela gramática do povo, ou se fala pela gramática dos especialistas. Mas ninguém fala fora dela.
É a gramática que vai organizar o funcionamento da língua. Existe uma ordem lógica para se pôr as palavras. Caso contrário não haverá comunicação. E quando se internaliza essa organização lógica, o falante se padroniza nas articulações das ideias e mensagens. Há uma infinidade de possibilidades dentro da lógica linguística de cada idioma. O inglês tem uma gramática enxuta, fácil de se dominar. Estudar gramática é o caminho para avançar com rapidez nas estruturas da língua; da mais simples a mais complexa estrutura pensante da língua.
Dizem que as crianças tem mais facilidade para aprender uma língua. Mas os adultos tem uma vantagem frente às crianças – eles já são experientes na sua língua nativa, no nosso caso o português. E isso deve ser usado ao nosso favor. O adulto tem mais razão de começar pela gramática que a criança.
Dominar a gramática do inglês significa que você vai descobrir, aprender a organização estrutural do inglês; e exercitar o input e o output. Falar é mais difícil que entender, por isso você deve praticar a saída (output) em abundância. O exercício é tudo. Eu dou uma assessoria quanto aos melhores exercícios no meu livro (CLICK AQUI), e no meu canal (CLICK AQUI).
Sem mais delongas, bom estudo e até a próxima!!!

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

10 DICAS DE COMO APRENDER INGLÊS SOZINHO

10 DICAS DE COMO APRENDER INGLÊS SOZINHO

Há cursos de inglês para todos os gostos e bolsos. Daquele professor conhecido que cobra apenas uma ajuda de custo, àquele professor gabaritado que só rico consegue custear seus honorários. Em números reais, sem trocadilho, poderíamos dizer que as grandes escolas ou patentes como Wizard, CNA, CCAA, INFLUX, e outras cobram por pacote com monte de coisa inclusa. Daí ninguém consegue parcela por menos de R$ 500,00. Será que um pai de família que ganhe aí seus 3 salários mínimos conseguiria manter seu filho por um ano? Tenho minhas dúvidas quanto a isso. O jeito mesmo é aventurar sozinho de alguma forma. E é sobre isso que vamos falar agora.
DICA NÚMERO 1
A primeira dica é um oferecimento. Nosso canal do YouTube chamado Reis das Línguas está desenvolvendo um curso de gramática voltado ao autodidatismo. Com alguns pressupostos da PNL, queremos ajudar você aprender inglês. É grátis! Inscreva-se, compartilhe, comente, dê likes. Use e abuse das redes sociais que ofereçam aulas grátis. Procure-nos no Facebook também (Reis das Línguas). Há muitas pessoas que dão aula sem profundida só para te forçar a comprar o curso dele. Nós queremos ir a fundo na gramática.
DICA NÚMERO 2
Tenha mentores, professores gratuitos. No YouTube você tem muitas opções. Escolha uns três e acompanhe seus conteúdos. Repita aulas. Entre em contato. Crie vínculos com esse tutor se ele permitir. Espero que o canal Reis das Línguas seja um desses três.
DICA NÚMERO 3
Compre boas gramáticas e bons dicionários, e bons livros que tratem sobre o tema. A escolha de bons materiais de estudo é um divisor de águas. E quem está estudando sozinho precisa escolher matérias autoinstrutivos porque você vai estudar por si mesmo. Compre aqueles que tem explicações mais populares. Se o material estiver numa linguagem técnica não vai te servir. Tome cuidado com isso.
DICA NÚMERO 4
Utilize ferramentas gratuitas disponíveis como o DUOLINGO e outros. O Duolingo vai te dar uma base de palavras e estruturas corrente da língua. As palavras mais usadas, os termos consagrados e outros detalhes estão lá. Eu, quando vou aprender uma nova língua, começo pelo Duolingo. Não tenha pressa em vencer etapas. Aprenda primeiro. Se for preciso, repita o processo para avançar.
DICA NÚMERO 5
Compartilhe o que você aprendeu. Procure grupo de estudantes para aprender e ensinar algo. Sempre sabemos algo que o outro não sabe e vice-versa.
DICA NÚMRO 6
Aprenda a se organizar. Já dizia o filósofo grego Sócrates: ‘conheça a ti mesmo’. Conheça seus pontos fortes e pontos fracos e organize-se para aprender. A aprendizagem de uma língua não é algo isolado e descontínuo não. Devemos sempre está aprendendo. Se você parar; vai esquecer o que aprendeu. Se você nunca parar; vai enriquecer sustentavelmente. Organize-se para estudar sempre alguma coisa sobre o inglês.
DICA NÚMERO 7
Aprenda a internalizar estruturas da língua inglesa. Toda língua tem um frame por onde trilha. E descobrir isso é imprescindível para o estudante. O jeito que nós brasileiros nativos de língua portuguesa pensamos não é o mesmo que os nativos de língua inglesa. E a melhor maneira de naturalizar isso é internalizar as regras gramaticais da língua.
DICA NÚMERO 8
Aprenda a dominar as palavras invariáveis da língua inglesa. Toda língua tem palavras variáveis e invariáveis. E quando memorizamos as formas e funções delas temos leveza para falar e entender a língua. O inglês tem muitas palavras recorrentes que são invariáveis. Por exemplo, os adjetivos, advérbios, preposições, são invariáveis no inglês.
DICA NÚMERO 9
Aprenda a exercitar sozinho. É claro que podemos te ajudar pelos nossos canais (Facebook, YouTube, e blog). Quando aprendemos algo temos que praticar. E como praticar o inglês sozinho? Simples! Fale ao espelho. Grave você falando no celular e depois escute você mesmo para ver sua performance para detectar onde deve melhorar. Leia em voz alta. E existem muitos outros tipos de exercícios. Eu, no meu livro (ALFABETIZAÇÃO DE INGLÊS PARA BRASILEIRO), dou mais dicas e proponho exercícios de domínio do universo sonoro do inglês.
DICA NÚMERO 10
Amplie seu vocabulário para aumentar sua capacidade de expressão falada e ou escrita. Só um vocabulário rico pode nos encher de possibilidades argumentativas ao falar. Ler livros, jornais, revistas e outros acompanhado de bons dicionários é muito produtivo. Anote num caderno as novas palavras que você vai descobrindo. Revisite esse caderno sempre. Em pouco tempo você terá um vocabulário invejável.
Para aprender sozinho você vai precisar de uma dose enorme de motivação. Se você quer, você consegue. Há muita gente por aí e por aqui para te ajudar a aprender essa língua. E você não vai precisar desembolsar R$ 500,00 mensais não. Siga as dicas dos melhores professores que você chegará o mais rápido possível.
Um abraço e até a próxima. 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

COMO EXPANDIR SUA COMPETÊNCIA NA LÍNGUA INGLESA

COMO EXPANDIR SUA COMPETÊNCIA NA LÍNGUA INGLESA
Um dia um aluno meu me perguntou o significa de SUMMON e eu não soube responder. Tive que recorrer ao dicionário. Ele me questionou se eu sabia ou não inglês. Eu, imediatamente, perguntei a ele o significado de ACHACAR. Ele não soube me responder. E eu, claro, questionei-o se ele sabia ou não português. Somos limitados até em nossa língua nativa. Fique sabendo disso!
As pessoas conscientes de seus limites tem a capacidade de superá-los. Saber do que é capaz e do que não é faz toda a diferença na hora de falar uma língua estrangeira. Uma coisa é eu não saber e achar que sei; outra coisa é saber realmente que não sei. Uma pergunta que você deve fazer para si é: Quais são os meus limites na língua inglesa? Outra pergunta igualmente importante é: Como superar os meus limites? Vamos tentar ajudá-lo respondendo estas duas perguntas.
Você precisa aprender a se olhar de forma crítica. Ao fazer isso tente trilhar por essas diretrizes:
a)   Não dá para ser uma pessoa culturalmente medíocre em português e querer ser boa em inglês.
b)   É impossível conhecer bem a organização falante da língua inglesa (estrutura do inglês), se você não domina a variedade padrão do português; sua língua nativa.
c)   Se você conhece mais ou menos a variedade padrão do português, assim será em inglês; mas se conhecer profundamente a norma culta do português, isso te habilitará a dominar a estrutura do inglês (inglês padrão).
Fique sabendo uma coisa valiosa: você não entenderá assuntos que não está familiarizado na sua língua nativa. Isso acontece mesmo quando se tem fluência em inglês. Por exemplo, você ficará boiando quando participar de um assunto voltado a matemática, caso você seja um zero à esquerda em matemática. E assim sucessivamente em medicina, física, direito, etc. Caso você queira expandir um assunto desconhecido, irá começar do zero. Isso significa que você a todo momento vai dizer WHAT IS THIS? WHAT DO YOU MEAN? EXPLAIN IN OTHER WORD, PLEASE. Além de usar dicionário especializado, você terá que se reinventar, dominar a estrutura pensante do inglês para enriquecer culturalmente nesse idioma. Claro, ninguém sabe de tudo, mas podemos aprender o tempo todo. Tenha consciência disso.
O melhor professor não consegue ajudar ninguém; a menos que esse alguém queira aprender, sacrifica-se para aprender, tenha persistência para aprender e trabalhe para aprender. Responda essas perguntas para você mesmo:
Ø Você quer realmente aprender inglês ou é apenas uma onda?
Ø Está dedicando tempo diário para aprender o inglês? Quanto tempo? Mudou seus hábitos?
Ø Já está pensando em desistir? Não tem nem 6 meses e quer parar?
Ø O que você está fazendo de concreto para aprender inglês?
Ø Você tem consciência de tudo isso?

Ter consciência é o primeiro passo para o sucesso na aprendizagem de uma língua estrangeira. Não desista! Você pode aprender o inglês em 30 dias; ou menos. Eu proponho no meu livro (Alfabetização de Inglês para Brasileiros) que você aprenda um aspecto do inglês – a fonética e a fonologia – em apenas 7 dias. Aprender inglês em 7 dias? Sim! Memorizar estrutura do inglês, dominar vocabulário do inglês, ampliar repertórios na língua inglesa, expressar-se com facilidade todo seu pensamento em inglês... isso leva um tempo. Para alguns isso levam 1 ano, 2 anos, 3 anos, 10 anos ou mais; tudo vai depender de sua motivação, consciência e dedicação à língua inglesa. Arrume tempo para aprender ou ampliar o seu inglês. DON’T GIVE UP, PLEASE!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

3 DICAS PARA FALAR INGLÊS COM FACILIDADE

O QUE É REALIDADE NA LÍNGUA INGLESA QUE É FÁCIL FALAR?

A língua inglesa é uma língua fácil, embora venha de um outro tronco linguístico. Dizem que o inglês é fácil porque o vemos o tempo todo. Na verdade, eu penso que, o inglês é fácil porque é uma língua sintética. A sua estrutura é fácil entender, memorizar e utilizar. Além do mais, há uma série de questões que é realidade do inglês que se torna mais fácil para nós, falantes de português. Há três situações que nos possibilitam eleger ou elencar para usar o inglês com facilidade e eficiência.
Para isso você precisa traçar um caminho seguro. Escolher aquilo que te favorecerá o ajudará muito. E no início da caminhada da aprendizagem do inglês, adotar a trilha mais fácil é importante tanto para a motivação quanto para o desenvolvimento.

VARIEDADE DE SOTAQUES
O inglês é falado por mais de 1 bilhão de pessoas, quando consideramos os falantes nativos e não-nativos do idioma. Isso significa que há algumas centenas de sotaques dessa língua. Mas sotaque faz parte do dia a dia de qualquer língua. Basta olhar para a nossa língua portuguesa. Como usar isso a meu favor na hora de falar inglês? Simples! Escolha aquele sotaque que você consegue reproduzir com mais facilidade. Há, a grosso modo falando, quatro grandes sotaques.
ü Europeu
ü Americano
ü Africano
ü Asiático
Claro que dentro da Europa há dezenas de sub-sotaques. Especialistas já catalogaram mais de 15 grandes sotaques nos Estados Unidos da América. Lá na Inglaterra, há outras dezenas. Na África, idem. Na Ásia, ibdem. O que fazer com esses tantos de sotaques? Escolha aquele que você se identifica mais. Não seja preconceituoso com os sotaques dos negros, dos africanos, dos indianos, dos que não foram educados nas escolas. A linguística aceita todos. As pessoas se comunicam em todos tranquilamente. Escolha um e comece a falar. Consuma material em áudio e vídeo da região que você escolheu para falar. Isso é muito efetivo!
Os americanos, britânicos, australianos e africanos falariam de forma, melodia, nuances, ‘gingado’, musicalidade e outros; diferentemente essa frase:

The better way to get out of here is padding
(no meu livro eu exponho questões como essa com detalhes sonoro)

CONTRAÇÃO
Não estou falando de mulher com dores de parto! Estou falando mesmo de língua. O inglês tem muito disso. E você pode experimentar o que será melhor; falar com as contrações ou com a forma normal. Para ouvir, você é obrigado entender o contraído e o normal; mas para falar você escolhe. Por que existem contrações no inglês? Porque a lei do menor esforço faz com que as pessoas contraiam por economia ou praticidade. Veja alguns exemplos desse fenômeno:

I’d like to go to Japan. (I would like to go to Japan)
She doesn’t sleep well. (She does not sleep well)
Rock’n’roll = Rock and roll

SINONÍMIAS
Esse recurso vocabular é riquíssimo. Quando conhecemos um objeto por mais de um nome temos recurso vocabular. A dica é: encontre um dicionário chamado Thesaurus e enriqueça seu vocabulário. A internet está cheio desses dicionários. Só que eles estão em inglês (de inglês para inglês). É o mesmo tal do dicionário com ideias afins que temos por aqui. Use e abuse desse recurso. Não somos obrigados saber tudo. Ninguém sabe tudo nem na sua própria língua nativa, quanto mais em uma língua estrangeira.
Bom estudo, caro estudante!


domingo, 1 de outubro de 2017

AAVE, EBONICS, GAE: AS VARIAÇÕES DO INGLÊS AMERICANO

AAVE, EBONICS, GAE: AS VARIAÇÕES DO INGLÊS AMERICANO

Há pessoas que pensam que o AAVE e o EBONICS constituem outras línguas. Mas há pessoas também que confundem sotaque, dialeto e língua. E o que dizer dos traços segmentais e suprassegmentais que fazem toda diferença entre as produções orais dos falantes? O inglês americano é uma língua cheia de variações como qualquer outra. Vamos explorar um pouco o mundo do inglês dos negros da América, falado mais na região sul, nas concentrações da comunidade afro-descendentes.
Segundo os especialistas, o inglês da América apresenta 15 variações. Não vamos aqui explorar todas elas. O que nos interessa é o AAVE ou EBONICS. A sigla AAVE significa African American Vernacular English (inglês vernacular afro-americano). É também chamado de EBONICS porque foi feito a relação com a madeira nobre da África chamada ébano. Uma madeira que no seu interior é de cor preta. Daí, EBONY + PHONICS surgiu a palavra EBONICS.
Quando os escravos chegaram na América nos séculos que seguiram o XVI, eles não tinham condições de seguir a língua padrão. Então criaram um jeito peculiar de se usar o inglês. Hoje as pessoas pensam que o AAVE é um língua a parte. Para ficar melhor trabalharmos a AAVE, é bom definir sotaque, dialeto e língua. Sotaque é o jeito que cada um ou uma região pronuncia as palavras e as frases. Dialeto é um conjunto de marcas linguísticas que foge ao padrão estabelecido; atingindo assim a semântica, o léxico, a morfologia, a sintaxe e a fonética. E língua é um conjunto de sistemas formados por regras e valores dos falantes. Já falamos aqui que os sotaques nos revelam e expõem nossa origem, classe social, nosso pertencimento dentro de uma sociedade, dentro do mundo como todo.
O AAVE é uma variação do inglês que é estigmatizado na América. Os desencontros entre o AAVE e GAE (General American English – inglês americano geral) não chega a constituir uma língua a parte. Podemos ver situações que até os brancos adotaram na fala do cotidiano. As diferenças se dão na gramática, na fonética e no vocabulário de forma leve e, em certos casos, de forma profunda.
Gramaticalmente falando o AAVE elimina o verbo “TO HAVE” (has e have) de construções frasais como em:
SHE BEEN RUNNING (ela esteve correndo) [SHE HAS BEEN RUNNING]
É um aspecto verbal chamado de habitual recente.
Acontece também com o verbo “TO BE”. Eles usam tanto a forma do infinitivo como a omissão do forma conjugada desse verbo:
HE BE WORKING (ele está trabalhando) [HE IS WORKING]
I BE MOM (eu sou mãe) [I AM MOM]
YOU CRAZY (você é louco) [YOU ARE CRAZY]
HE MY BROTHER (ele é meu irmão) [HE IS MY BROTHER]
A lei do menor esforço é outro ponto que até os brancos usam. É quando o verbo auxiliar faz todo o serviço temporal. Isso acontece no presente e no passado.
I DID BUY IT (eu comprei isso) [I BOUGHT IT]
E, podemos observar também que há uma preferência para a dupla negação. Esse fenômeno de se negar duas vezes é próprio das línguas latinas como português, francês... Já no AAVE há essa tendência. Nas músicas em inglês encontramos a dupla negação com facilidade.
I DID NOT GO NOWHERE. (eu não fui a lugar nenhum) [I DID NOT GO ANYWHERE]
NOWHERE é palavra negativa e ANYWHERE é positiva.
A pronúncia é um show à parte. Toda vez que escutar um negro falando você pode notar que a musicalidade da sua fala é diferente. Isso porque ele produz a fonética com outras nuances. Mesmo as palavras sendo escrita do mesmo jeito do GAE, no AAVE elas ganham outra sonoridade. Nada que possa comprometer a compreensão de quem escuta. As principais mudanças são:
a)   Emudecimento de letras como o /B/,  /D/,  /G/ nas palavras CUP, CUB, MORNING
b)   Redução de ditongos como no /Y/ nas palavras MY, BY
c)   Simplificação do /TH/ nas palavras como THIS, THIN, THAT
d)   Redução de consoantes nos finais de palavras como HAND, TEST

Existem muitos outros pontos divergentes entre o inglês AAVE e o inglês GAE. E, podemos acrescentar que o inglês padrão é também chamado de SE (Standard English). Agora você não será leigo no que se refere às variantes do inglês americano; apesar de aqui ter sido apresentado de forma resumida apenas uma variante.